Como escolher os padrinhos do casamento

Quando a ideia de casamento começa a se delinear nas mentes dos noivos, essa questão aparece entre as primeiras. Quem serão os padrinhos da cerimônia? Como escolher os padrinhos do casamento? Para acabar com essa dúvida fizemos esse artigo para lhe ajudar nessa missão.

Como escolher os padrinhos do casamento

Ao decidir-se por alguém, valorizando suas qualidades e o papel que desempenha na vida do casal, abre-se mão de todas as outras pessoas, as candidatas naturais e até aquele novo amigo que se ofereceu para o cargo, meio na brincadeira mas na frente da turma toda.

Por que não sua tia? Ou aquela minha prima que nos apresentou um ao outro? Para não falar naquela sua tia que acredita que o posto é dela desde o início do namoro…

Este momento também não deixa de ser um teste para o casal, pois evidencia as tendências de decisão para as questões conjuntas: prevalecem os desejos e opinião de um, que quer trazer o melhor amigo/a, cuja presença faz a outra parte torcer o nariz? Um dos dois opta pelo clássico “Ah, decide você!”, com um sorriso que dissipa o conflito, mas também subentende uma estratégia para eximir-se de toda responsabilidade dessa escolha? Algo do tipo “Se algo der errado, o problema não é meu”.

Alguns casais acham melhor não escolher, lotando a igreja e o cartório com dezenas de padrinhos, o que não é considerado elegante. Bom senso e equilíbrio nunca são demais quando se trata de como escolher os padrinhos do casamento.

Mecanismos inconscientes, presentes em toda relação, afloram em momentos de escolha, como esses. É preciso sensibilidade para ouvir o que o outro quer dizer e não apenas o que ele fala com as palavras.

Mariana e Guilherme conversaram muito para fazer uma escolha justa. “São muitos os amigos de nosso convívio e confiança, graças a Deus.”– comemora ela.

A opção de poder levar vários deles ao altar, na igreja, foi o que nos tirou do impasse. Explicamos que o casamento civil era apenas uma formalidade e por isso sorteamos o posto entre os cinco casais, numa noite de pizza que fizemos especialmente para isso, aqui em casa. Foi uma festa e ninguém saiu magoado.” – explica.

Criatividade e bom-humor são bem-vindos para dissipar as tensões deste momento. Mas, se ainda assim vocês encontrarem dificuldades, levem em conta essas dicas:

A palavra padrinho significa testemunha de uma celebração. Os padrinhos de seu casamento são as testemunhas da união do casal. Para escolhê-los, não levem em conta o aspecto financeiro, como alguns fazem. Afinidades e amizade são os melhores valores a se colocar em pauta para a decisão.

Algumas igrejas limitam a quantidade de pessoas no altar. Informe-se disso antes de convidá-las.

Devem ser escolhidos casais ou pares. Por exemplo, uma amiga solteira e um amigo ou também desacompanhado.

Não existem regras com relação à quantidade de padrinhos, tanto no casamento civil como no religioso. Mas cuidado! Nada mais deselegante do que um monte de padrinhos mal acomodados no altar. E, se o casamento for realizado no cartório, o bom-senso nos diz que um casal para o noivo e outro para a noiva estão de bom tamanho.

Ao fazer o convite, cuidado para não “separar” casais: ao convidar o homem, que é amigo do noivo, deixando a sua esposa apenas como convidada, cria-se um constrangimento desnecessário. Muitas pessoas, expostas a esta situação, optam por recusar a honraria e manter-se ao lado do par, como convidadas. Se ambos forem apenas namorados, criteriosamente, pode-se optar por convidar ou não o par.

É de bom tom, ao voltar da lua-de-mel, convidar os padrinhos para um almoço ou jantar na nova casa. É uma forma de demonstrar a essas pessoas o quanto é importante a amizade delas nesta fase da vida.

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